Versailles: opulência e ascensão do estado-nação

Introdução

Antes de darmos continuidade ao artigo, um alerta: contém spoilers!


Apesar de soar um tanto ranzinza em não ficar acompanhando séries (infelizmente fiquei sem continuar a série Babylon Berlin, a qual não tem na Netflix brasileira), recentemente eu terminei de ver a série Versailles por inteiro, o que me fez abrir algumas exceções em ser relutante a ficar acompanhando esses tipos de programas. Quando falo sobre Versailles, eu realmente não estou falando do parente do Volkswagen Santana.


À parte o fato de a série ter boas filmagens, várias cenas dotadas de intercurso sexual e atrizes dotadas de infinitos encantos (será que as soberanas e nobres na vida real eram também belas?), ela consegue transmitir, ainda que parcialmente (já que há vários elementos de ficção para dramatização), parte do que era o contexto político e econômico não apenas na França, mas em parte da Europa.


O Reino da França tinha em seu histórico duas fracassadas tentativas de colonizar o Brasil, as que ficaram conhecidas como France équinoxiale e France antartique. Os brasileiros, portugueses e demais moradores da colônia brasileira haviam despachado os franceses em pouco tempo, enquanto a coroa da França ainda mantinha várias posses na América do Norte e no Caribe.

A ideia de Versailles


Outrora um local de caça para Louis XIII e no meio de bastante vegetação, o projeto de construir um palácio todo pomposo partiu realmente do sucessor Louis XIV, protagonista da série. Entre os objetivos dessa empreitada, temos o distanciamento do rei de eventuais rebeliões populares (já que a sede da Coroa Francesa estava em Paris; o palácio ficaria à uma distância de aproximadamente 20 quilômetros da capital francesa) e de garantir a sua perpetuação de poder, já que a Corte (o que envolveu a nobreza) também migraria para o novo local, o que facilitaria o controle de eventuais dissidentes dotados de poder dentro da monarquia francesa, minando o poder dos nobres locais no país.


A mudança da sede governamental para aquele local foi gradual e, enquanto isso não se concretizava, grandes festas e eventos de entretenimento ocorreram, como os acontecidos entre os dias 7 e 13 de maio de 1864, cuja titulação era “Lesplaisirs de l’Île enchantée” (ou “Os prazeres da ilha encantada”, traduzido para o Português), com música, teatro, comédia e ópera.


Construir tudo isso não foi fácil: foram necessários mais de 35 mil trabalhadores. As condições de trabalho eram tenebrosas e os trabalhadores ganhavam por dia o que era suficiente para um pequenino pedaço de manteiga. Muitos deles caíam de andaimes e morriam de exaustão (trabalhavam mais de 12 horas por dia), causando greves. Louis ignorou isso e, para piorar, ainda mandou prender os familiares que perderam seus entes na obra, por terem o criticado.
A sede do governo só mudaria em definitivo para o palácio em 1682, quando Louis XIV completaria 44 anos.
A obra foi planejada pelo arquiteto Louis Le Vau, com um histórico em ter planejado várias obras e edifícios para inúmeras famílias influentes da região parisiense.


Além do palácio em si, havia vastos jardins (com as recentes introduções de laranjas ali, que realmente conseguiam se desenvolver) e grandes fontes. Foi construída uma sala repleta de espelhos e janelas, a chamada Grande Galerie (“Grande Galeria”), onde havia móveis em prata (inclusive mesas e cadeiras). Se hoje qualquer residência tem um espelho, naqueles tempos esses eram artefatos de luxo e que estavam começando a atrair os olhos das pessoas mais abastadas da Europa. Para chegar à chamada quimera da autossuficiência, foi fundada a Manufacture royale de glaces de miroirs (“Manufatura real de vidros de espelhos”, empresa que existe até hoje, denominada Compagnie de Saint-Gobain S.A.) pelo conhecido ministro de estado Jean-Baptiste Colbert.
O edifício era também para ser a expressão do poderio francês, ou melhor, do poderio do próprio Louis, o monarca que se dizia escolhido por Deus e que, portanto, deveria mostrar isso da melhor maneira possível. Assim, Louis XIV era a expressão da França, de sua riqueza e seu poder, ao mesmo tempo em que ele controlava a nobreza e concentrava o seu poder.


Versailles, fora o seu breve desuso após a morte de Louis XIV, exerceu um papel importante nos reinados posteriores, até estourar a Revolução Francesa. Ocasionalmente, foi sede de tratados importantes como o Tratado de Versalhes.

Geopolítica e economia daqueles tempos


Como no resto do mundo, a França era um país essencialmente agrário. Menos de 10 % da população vivia nas cidades. Junto a alguns outros países do continente, a economia francesa estava em estagnação, sem grandes perspectivas de melhora. Enquanto isso, os Estados Unidos e o Brasil Colônia vivenciavam grandes taxas de crescimento.

PIB per capita francês, 1600 a 2018, ajustado para inflação e diferenças de preços entre países, mensurado em dólares de 2011.

Diante disso, foi somente depois da Revolução Industrial, que a economia francesa vivenciaria uma explosão sem precedentes e aquele seria o país de prosperidade não apenas material, mas também cultural, com edifícios e artistas em destaque. A Europa Ocidental era a hegemonia daquele momento.
Todavia, no século XVII (período no qual se passa a série), quem estava se destacando era a República das Sete Províncias Unidas dos Países Baixos. Era o país mais rico da Europa (uma das regiões mais pujantes da época).


O seu outro destaque envolvia a Engenharia (conforme este artigo):


“Peguemos o exemplo da Holanda. Era um país minúsculo que foi totalmente criado pela engenharia. Por se situarem abaixo do nível do mar, os holandeses criaram diques para barrar o Mar do Norte e manter suas terras secas. O país literalmente cresceu à custa do oceano. Não conheço nenhum outro país que tenha feito isso em toda a história humana.
Em 1568, os protestantes se revoltaram contra o controle espanhol do país. Este conflito, a Guerra dos Oitenta Anos, durou mais de uma geração. Os líderes desta revolta eram majoritariamente calvinistas. O calvinismo se difundiu pela cultura holandesa no início do século XVII. Esta foi a grande mudança cultural que ocorreu durante todo este período. De acordo com McCloskey, houve uma mudança de atitude em relação ao empreendedorismo e à riqueza em geral.
Ao mesmo tempo, houve uma quase-revolução na pintura. Os pintores holandeses se tornaram famosos por toda a Europa. E então houve uma expansão do império marítimo holandês. Os holandeses se espalharam por todo o globo. Eles estabeleceram um enorme enclave na América do Norte, na região em que hoje está a cidade de Nova York. Naquela época, a cidade era chamada de Nova Amsterdã.
O império holandês se espalhou também para a costa oeste da Índia e depois para a Indonésia. Os britânicos e os holandeses travaram uma guerra em meados do século XVII, quando ambas as nações eram lideradas por calvinistas. Foi uma guerra para delimitar impérios. “

Marcante é uma das cenas na qual Louis XIV e Willem Hendrik se encontram na série: Willem (parecem ter se inspirado nessa pintura para escolher o ator para retratá-lo) pergunta ao Louis XIV se ele não se preocupava com a opinião da população, e ele então responde alegando saber mais que a população e que não se importa com a opinião das massas. De fato, ao passo que o Reino da França vivia uma monarquia absolutista e um poder centralizado, os Países Baixos eram uma república federativa, cujas províncias eram dotadas de grande autonomia. Willem realmente era um chefe de estado com caráter hereditário, mas seus maiores poderes se davam em situações de guerra.


A força neerlandesa se deu também em empreitadas coloniais. Os mercadores viajaram para inúmeros locais do globo, chegando até ao Japão. De 1690 a 1792, o florim holandês era a moeda de reserva mundial. Eles também tiveram a ousadia de tentar colonizar o Brasil no século XVII, tomando uma parte considerável da atual região Nordeste do País. Entretanto, como os franceses, esse projeto não deu certo e eles foram expulsos pelos portugueses e demais moradores do Brasil. Apesar de não ter dado certo, os Países Baixos (atualmente Reino dos Países Baixos) deixaram seus rastros até os dias atuais: os países Aruba, Curaçao e Sint Maarten e as municipalidades Bonaire, Sint Eustatius e Saba, próximas ao Caribe. Juridicamente, todos membros do Reino dos Países Baixos. O seu setor artístico, tomado por artistas como Johannes Vermeer, tornava-se também a referência da Europa.


Como mostrado na série, Louis XIV realmente revogou o Edito de Nantes. O Edito de Nantes havia sido assinado pelo seu avô, Henri IV, o qual acabou de vez com as perseguições religiosas contra protestantes. Assim, encerrava-se as guerras de religião francesas. Em 1685, entretanto, Louis revogou o Edito, através do Edito de Fontainebleau. Antes mesmo da revogação, ele já havia iniciado as suas primeiras perseguições aos huguenotes (os protestantes franceses), contratando soldados para assediá-los em seus lares, caso eles não se convertessem ao catolicismo. Com a revogação, tudo piorou.


Embora a série mostre que a segunda esposa de Louis XIV (ainda que de jure ela não fosse a Rainha da França), Françoise d’Aubigné, Marquise de Maintenon, tenha apoiado essa perseguição aos protestantes, não há evidências de que isso tenha realmente ocorrido.


O resultado é que, com essas perseguições, muitos protestantes saíram do país (estima-se que pelo menos 200 mil emigraram), sendo que muitos deles foram para os Países Baixos, além de Inglaterra e das regiões sob o Sacro Império Romano-Germânico. Como muitos eram bem-qualificados, houve uma verdadeira perda de capacidade de se gerar riqueza na França, o que acabou beneficiando agora os neerlandeses, que ofereceram um ambiente mais seguro tanto para fazer negócios quanto para praticar a própria religião. Era uma espécie de fuga de cérebros.


A economia francesa tem sido regulada pesadamente desde pelo menos o século XV, quando o rei concedia cartas de privilégios, o qual favoreceu certas corporações de ofício (ou guildas). A coroa impunha os chamados “padrões de qualidade” sobre essas atividades econômicas, de modo que somente certos tipos de mercadorias pudessem ser vendidas (mercadorias mais simples e mais em conta não podiam ser vendidas). Obviamente, isso resultou em carestia em toda a economia, a qual estava amarrada por regulações e taxas crescentes. Além disso, havia ainda subsídios diretos, o que em consequência beneficiou apenas uma certa casta, envolvendo aristocratas e nobres, os quais podiam comprar esses bens onerosos.


Outro personagem bem trabalhado na obra fora o do Jean-Baptiste Colbert, primeiro-ministro de estado (interpretado por Steve Cumyn), retratado talvez como um dos ministros com o maior bom senso ali (o que não implica em dizer de que seja austríaco, muito pelo contrário, como mostrarei adiante). Ele é mais do que a sua famosa frase sobre a tributação (“A arte da tributação consiste em depenar o ganso de modo a obter a maior quantidade de penas com o menor volume possível de grasnido”), a qual por sinal faz bastante sentido (ainda que os gansos brasileiros já estejam grasnindo há décadas).


Colbert inaugurava uma (outra) era de intervencionismo, com várias regulações, taxas e tarifas sobre variados bens ofertados, principalmente tecidos [5]. Esse seu lado regulador não foi mostrado na série, de modo que o que foi mais enfatizado em sua personalidade fora de alguém com alguma certa preocupação em tributar (e um pouco mais humano do que o Louis), sob certa consonância com a sua célebre frase sobre os tributos.


Oficialmente emergia o chamado colbertismo. O monsieur já estava dentro da burocracia desde sua juventude. De 1661 em diante, então, ele entraria no gabinete ministerial de Louis XIV, criando um aparato burocrático monstruoso, onde eram ditadas medições, marcas e inspeções para determinados produtos, além de concessão de monopólios e subsídios ao setor de luxo, sem deixar de impor proibições de importações. Haviam inúmeros fiscais e uma rede toda complexa a ser cumprida, que não ficavam tão distantes das ideias de planejadores da era soviética.
Isso nada mais era do que uma variação do velho conhecido mercantilismo.

Louis XIV e um pouco de Ciência Política


Como dito, o soberano era dotado de um grande narcisismo e muitos à época o consideravam, de fato, o rei escolhido por Deus (mesmo que ele tenha praticado vários atos anti-católicos), ainda que ele não tivesse sido o primeiro rei a estar sob o conceito do direito divino dos reis. A França, que já estava em um processo de centralização desde Philippe the Bel, assim continuava, sem deixar de ter este processo acelerado pelo “Rei Sol”.


Ele possuía uma visão algo pessimista e maquiavélica sobre os homens, ou pelo menos sobre os cidadãos comuns, o que conseguia contrastar com a visão de si mesmo: ele, além de representante de Deus na vida terrena, ainda era um sobre-humano e que tinha plena sabedoria sobre o que é chamado de “bem público”.
Segundo descreve a obra de Murray Rothbard:

“[…]pois ele, Luís XIV, é como o sol,
‘o mais nobre de todos … que, em virtude de sua singularidade, pelo brilho que o cerca, pela luz que ele transmite aos outros corpos celestes que parecem cortejá-lo, por sua distribuição igual e justa desta mesma luz a todos os em várias partes do mundo, pelo bem que faz em todos os lugares, produzindo constantemente vida, alegria e atividade em todos os lugares, por seu movimento perpétuo, mas sempre imperceptível, por nunca se afastar ou se desviar de seu curso constante e invariável, certamente torna o mais vívido e a mais bela imagem de um grande monarca.'”

Murray Rothbard

Ele não apenas se comparava à Deus, mas deixava claro que Ele era a sua cópia. Todos esses aspectos conseguem ser bem-retratados na série francesa.
Apesar de todas essas alegadas virtudes, Louis constantemente se envolvia em casos extraconjugais, enquanto a sua primeira esposa, María Teresa de Austria, permanecia passiva a isso e até tendo de reconhecer algumas das amantes do rei. O matrimônio era simbólico, exercendo apenas funções dinásticas e diplomáticas, longe da visão que hoje em dia temos sobre o casamento. Um desses casos extraconjugais fora com a Madame de Montespan (Françoise-Athénaïs de Rochechouart), com quem teve sete filhos. A dona de Montespan era bastante exigente e fazia questão de ter todos os luxos a seu dispor, também exercendo uma certa influência sobre a própria condução do governo francês.


Com tamanho poder acumulado, não poderia faltar escândalos. Um deles fora o chamado l’affaire des poisons (“O caso dos venenos”), com inúmeros assassinatos de membros da aristocracia francesa, dentro do palácio, cujos autores eram membros da própria Corte, por envenenamento. Para essa investigação, Louis teve a ajuda do chefe de polícia Gabriel Nicolas de la Reynie (possível inspiração do fictício personagem Fabien Marchal).


Esse caso era bastante obscuro, no qual a própria Madame de Montespan era suspeita de estar envolvida (embora nunca tenha se obtido alguma conclusão acerca disso). De todo modo, houve cultos satânicos no esquema, notavelmente o chamado Missa Negra, do satanismo. Um dos responsáveis por esse ritual macabro era Étienne Guibourg, personagem que foi retratado também de maneira fiel pela série, assim como pela Catherine Monvoisin, a inspiração para a personagem Madame Agathe. A senhorita Monvoisin estava envolvida em um culto que promovia rituais satânicos, bruxaria e ela atuava como vidente, assim como várias outras pessoas. Após o inquérito, ela foi condenada por bruxaria e teve sua pena de morte decretada, tendo sido queimada na fogueira. Étienne foi preso, morrendo na prisão tempos depois. No total, 36 pessoas foram executadas.


No final das contas, esse rolo em si só tinha uma razão: busca por poder. Aquilo que Santo Agostinho define como libido dominandi fica em evidência também dentro do núcleo de poder francês, ou seja, o desejo de poder e de dominar os outros homens, o qual atrai os piores tipos de pessoas que você puder imaginar. É um problema que vivenciamos até os dias de hoje.


Dentro de toda essa farra complexa e envolta por subsídios, obras governamentais e privilégios, estava a carga tributária escorchante sob seu reinado, usada para custear suas aventuras militares, assim como as custosas obras do Palácio de Versailles. Alguns móveis da Grande Galeria tiveram de ser derretidos e cunhados (afinal eles continham prata), para custear a Guerra dos Nove Anos. Sem possibilidade de imprimir cédulas sem lastro, essa era a única saída contábil.

Conclusão e mais algumas considerações…


A série francesa, Versailles, consegue retratar o contexto do monarca absoluto? Sim, com muitas precisões, ainda que haja elementos de ficção, mesmo porque é impossível transcrever um emaranhado de registros, documentos, relatos e demais materiais historiográficos para uma obra cuja finalidade seja a de entreter. Assim sendo, é algo injusto exigir essa precisão absoluta historiográfica de tal modo.


Louis XIV é um retrato de uma nova época na Europa Ocidental, de poderes centralizados em ascensão, novos focos de poder continentais, aventuras coloniais e da perda de equilíbrio de poder entre a Igreja Católica e os reis e imperadores. O padrão-ouro continuava firme, ainda que sendo constantemente atacado por governantes. No lugar da Alemanha, estava o Sacro Império Romano-Germânico e suas centenas de subdivisões políticas e com grande autonomia. O Brasil Colônia e as Treze Colônias estavam prosperando.


Hoje são outros tempos. Os estados-nação continuam existindo e se expandindo ainda mais, a França não é mais uma monarquia, os papéis flutuantes estão por quase todo o mundo (e com governos querendo implantar moedas digitalizadas), novas formas de legitimação do poderio estatal foram criadas e a Igreja Católica tornou-se ainda mais coadjuvante no cenário político.


O que será o futuro dos estados e economias ao redor do mundo? Realmente, é difícil traçar mesmo meras especulações.

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Imagem de abertura: Cena da série francesa Versailles. Nela, é mostrada Henrietta Anne da Inglaterra (interpretada pela atriz suíça Noémie Schmidt), esposa de Philippe I, Duque de Orléans.

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[1] Constructing Versailles: The definitive guide for travellers. Odyssey Traveller. Disponível em: https://www.odysseytraveller.com/articles/constructing-versailles/. Acesso em: 07/07/2021.
[2] Palace of Versailles: Facts & History. Live Science. Disponível em: https://www.livescience.com/38903-palace-of-versailles-facts-history.html. Acesso em 07/07/2021.
[3] How Historically Acurate is season 1 of Versailles?. DailyHistory.org. Disponível em: https://dailyhistory.org/How_Historically_Accurate_is_season_1_of_Versailles%3F#cite_note-10. Acesso em 07/07/2021.
[4] History | Palace of Versailles. Château de Versailles. Disponível em: https://en.chateauversailles.fr/discover/history#louis-xiii-and-versailles1607-1638. Acesso em 07/07/2021.
[5] Jean-Baptiste Colbert, Murray Newton Rothbard. Mises Institute. Disponível em: https://mises.org/library/jean-baptiste-colbert. Acesso em 12/07/2021.
[6] Jean-Baptiste Colbert and Louis XIV, Murray Newton Rothbard. Mises Institute. Disponível em: https://mises.org/library/jean-baptiste-colbert-and-louis-xiv. Acesso em 12/07/2021.
[7] Scandal, conspiracy and the affair of the poisons: inside the court of Louis XIV. History Extra. Disponível em: https://www.historyextra.com/period/stuart/scandal-conspiracy-and-the-affair-of-the-poisons-inside-the-court-of-louis-xiv/. Acesso em 16/07/2021.
[8] How Historically Accurate is Season 2 of Versailles?. DailyHistory.org. Disponível em: https://dailyhistory.org/How_Historically_Accurate_is_Season_2_of_Versailles%3F#cite_ref-8. Acesso em 17/07/2021.

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Convido o leitor a ler o meu artigo sobre a dolarização do Equador clicando aqui.

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Felipe Lange

Felipe Lange

Escritor, entusiasta de Economia e graduando em Biologia. Escreve e traduz artigos para o seu blog OCAL

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