A TACE pressupõe que os agentes são estúpidos?

A TACE E SUA IMPLICAÇÃO SOBRE AS LIMITAÇÕES HUMANAS E TEORIA DA ESCOLHA

Uma resposta ao Economia Mainstream

ESCRITO POR: Leonardo Candido de Oliveira e Marcel Pereira Bernardo

“A economia não lida com coisas e objetos materiais tangíveis, trata dos homens, suas ações e propósitos.”

Ludwig von Mises

INTRODUÇÃO

Ao ler o texto de Alex da Matta, do Economia Mainstream, notamos que ele se orientou mais pela sua rivalidade e ressentimento contra a Escola Austríaca de Economia que por uma análise fria, imparcial e precisa. Sobre a Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos (TACE) propriamente dita, ele deixou apenas a seguinte impressão pessoal: “a TACE se finca na seguinte hipótese: trabalhadores e empresários são incrivelmente estúpidos”.

Caso os estimados leitores queiram, sugerimos que não deixem de ler o texto deste sujeito antes de ler o nosso, mas leiam com cautela para não caírem em enganos como Alex da Matta o fez. Dito isso, vamos ao que interessa.

AS LIMITAÇÕES HUMANAS

Ao escrever o texto, Alex da Matta demonstra preocupante desconhecimento no assunto, e isso se dá por sua incapacidade em vincular o estudo da economia e considerações sobre epistemologia. Ora, por pura observação sabemos que o ser humano é passível de erro e, curiosamente, não é a erudição de um indivíduo ou sua formação acadêmica que irá preveni-lo de análises altamente equivocadas.

Cito dois casos emblemáticos: o primeiro, em meados de 2006, temos Arthur Laffer, renomado economista responsável pela teoria chamada Curva de Laffer, que errou grosseiramente quando disse que “a economia norte-americana nunca esteve em melhor forma” e cravou que não haveria a menor possibilidade de crise no horizonte [1]. Pouco mais de ano após sua fala, veio uma avassaladora crise financeira. Seria Laffer incrivelmente estúpido? 

O segundo caso envolve Olivier Blanchard, outro renomado economista que, em meados de 2007, publicou um artigo intitulado “The State of Macro”, enaltecendo os avanços da teoria macroeconômica, alegando que havia muitos instrumentos eficazmente desenvolvidos para detectar e combater crises [2]. Bem, um ano depois de sua publicação ficou patente que a teoria macroeconômica convencional, pouco ou nada serviu para prevenir especialistas, policymakers e, sobretudo o cidadão comum da crise que estava por vir, pegando de surpresa o referido professor de Economia do MIT. Seria Blanchard incrivelmente estúpido?

Todos nós sabemos que Laffer e Blanchard são muito mais competentes e reconhecidos que o Alex da Matta em assuntos econômicos. Humildemente, nos colocamos em igual situação e reconhecemos que isso serve para nós também. Laffer e Blanchard são economistas melhores que nós, possuem grande arcabouço intelectual, participam quase que diariamente de intensos debates acadêmicos e mesmo assim erraram vergonhosamente. 

Agora convenhamos, se até mesmo grandes especialistas em Economia foram surpreendidos por ciclos econômicos, que dirá empresários e consumidores comuns?

É bem verdade que alguns agentes podem ter uma ótima e acurada percepção dos fatos, tomando decisões muito acertadas, como foi o caso de Peter Schiff, Ron Paul, Mike Thorton, Michael Burry e alguns outros nos momentos antecedentes à crise de 2008. Mas, além de exceções, a percepção deles, assim como dos demais agentes econômicos, é altamente subjetiva e as escolhas contém inexoravelmente certo grau de risco. Falar agora, depois que crise já aconteceu, parece síndrome do engenheiro de obra pronta. Mas, sim, naquele momento histórico, cada qual tomou sua decisão com base em impressões distintas sobre o mercado e cada um deles tomou riscos. E, mesmo aqueles que acertaram em cheio em suas previsões, embora muito habilidosos, nada garante que não errarão futuramente.

Demos exemplos reais, pois, como economistas austríacos, pensamos que uma teoria só é realmente válida quando corresponde ao mundo real, auxiliando pessoas de carne e osso no dia-a-dia, ao invés de nos basearmos em uma construção imaginária chamada homo economicus. Infelizmente, há economistas – e parece que é o caso da maioria – que pensam que uma teoria se torna válida não por sua correspondência com a realidade, mas pelo nível de complexidade, linguagem técnica e abstração. Sabemos que essa segunda via serve somente para massagear o ego de scholars e debatedores enclausurados em seus departamentos acadêmicos ou em suas residências.

TEORIA DA ESCOLHA

Bem, seja como for, a TACE se entrelaça à teoria das escolhas, levando em consideração que os agentes estão inseridos em um ambiente de incerteza que jamais deixará de existir. Essa incerteza, em vez de ser considerada como um dado objetivo da realidade, é simplesmente tomada por da Matta como “estupidez” de empresários e consumidores. Quer dizer que, ou os agentes são oniscientes ou então são estúpidos? Isso não faz o menor sentido tanto pelo prisma de discussão teórica quanto pela abordagem mais pragmática.

O fato é que a incerteza ocorre porque as informações não estão simplesmente dadas de antemão, e mesmo que estivessem – o que já seria absurdo presumir – não seria humanamente possível computá-las todas, nem as interpretar de igual modo, afinal, como já dissemos, existem fatores subjetivos envolvendo a tomada de decisões. Alguns economistas chegam até supor, como fizeram Cockshott e Cottrell, que basta um poder computacional para condensar todas as informações e o problema de cálculo econômico estará resolvido [3]. Esse é o erro daqueles economistas presos em manuais e pouco abertos ao mundo real. Sobre o processo de surgimento e descobrimento de informações, diz Jesús Huerta de Soto:

“[…]ao analisar o empresário desta forma, caem numa contradição lógica insolúvel: procurar recursos empresariais em função dos seus custos e benefícios esperados implica acreditar que se dispõe hoje de uma informação (valor provável dos seus benefícios e custos futuros) antes de a mesma ter sido criada pela própria função empresarial. Ou seja, a principal função do empresário, como se verá mais adiante, consiste em criar e descobrir informação que antes não existia e, enquanto esse processo de criação não se leva a cabo, a mesma não existe nem pode ser conhecida, pelo que não há forma humanamente possível de efetuar com caráter prévio nenhuma decisão de alocação de tipo neoclássico com base nos benefícios e custos esperados.”

Jesús Huerta de Soto

Sabendo disso, é preciso fazer também uma diferenciação antes de vermos como acontecem os ciclos econômicos segundo a Escola Austríaca de Economia. Essa distinção é entre Ciclos Econômicos x Flutuações Econômicas. Pois são coisas diferentes, veja o que Murray Rothbard disse:

“É importante distinguir em primeiro lugar entre ciclos econômicos e flutuações econômicas comuns. Vivemos necessariamente numa sociedade de mudanças contínuas e perpétuas, mudanças que nunca podem ser mapeadas previamente com precisão. As pessoas tentam prever as mudanças e adiantar-se a elas da melhor maneira que podem, mas essas previsões nunca podem ser reduzidas a uma ciência exata. O negócio dos empreendedores é prever mudanças no mercado, tanto para as condições de demanda quanto de oferta. Aqueles que têm mais sucesso lucram na proporção da precisão de seu juízo, enquanto os que fracassam em suas previsões caem pelo caminho. O resultado é que os empreendedores de sucesso no livre mercado serão aqueles com mais capacidade de se antecipar às futuras condições econômicas. Contudo, a previsão nunca pode ser perfeita, e os empreendedores continuarão a diferir quanto ao sucesso de suas previsões. Se não fosse assim, jamais haveria qualquer lucro ou perda nos negócios. Portanto, há mudanças continuamente em todas as esferas da economia. As preferências dos consumidores mudam; as preferências temporais e as consequentes proporções de investimento e de consumo mudam; a força de trabalho muda em termos de quantidade, qualidade e lugar; alguns recursos naturais são descobertos, enquanto outros chegam ao fim; as mudanças tecnológicas alteram as possibilidades de produção; as alterações no clima influenciam as colheitas etc. Todas essas mudanças são traços característicos de qualquer sistema econômico. Na verdade, não conseguiríamos conceber verdadeiramente uma sociedade sem mudanças, em que todos fizessem todo dia a mesma coisa, e nenhum dado econômico jamais mudasse. E, mesmo que pudéssemos conceber uma sociedade assim, pode-se duvidar de que muita gente fosse querer torná-la realidade.”

Murray Rothbard

Portanto, não devemos esperar que as atividades econômicas sejam estáveis. Flutuações acontecem, são naturais, são advindas de decisões racionais e, mais do que isso, não podem ser confundidas com ciclos econômicos, embora possam torná-los mais ou menos intensos.  Sabendo disso, agora precisamos saber como funciona a TACE.

A TEORIA AUSTRÍACA DOS CICLOS ECONÔMICOS (TACE)

A primeira coisa a se levar em conta é o fato da TACE não ser apenas uma teoria dos ciclos que pode ser estudada de forma “separada” dos demais fenômenos, mas sim uma teoria observada em conjunto à economia em geral.

Os ciclos austríacos podem ser divididos em cinco etapas: I) Acontece o boom na economia via expansão monetária; II) logo, há um aumento de procura em duas pontas: bens de consumo por parte dos consumidores e bens de capital por parte de produtores; III) há então um aperto do crédito ocasionado pela disputa de demanda por bens de consumo e bens de capital; IV) como a velocidade do consumo é maior que da produção, não há como suprir o contínuo aquecimento da economia e então entramos em recessão; finalmente, V) o início da recuperação da economia, expurgando os malinvestiments (termo miseniano para investimentos errôneos).

Esmiuçando um pouco mais como esse processo ocorre, temos:

Basicamente, pode-se entender esses estágios da seguinte forma: a redução das taxas de juros via política monetária expansionista irá aquecer a economia no curto prazo. Investimentos são iniciados, levando a um aquecimento da economia. Com os incentivos liberados, há procura simultânea por bens de consumo e bens de capital e o PIB tende a crescer. Posteriormente, a expansão de crédito mostrará seu efeito colateral: a inflação. Como a oferta possui relação direta aos preços, o aumento contínuo de preços estimula o crescimento da oferta. Todavia, em um primeiro momento, o aumento de preços refletia a demanda efetiva; em um segundo estágio, o aumento de preços é apenas o efeito de uma bolha inflacionária. Fazer a leitura precisa do que está havendo na economia, identificando o que de fato é efeito da demanda e o que é apenas efeito inflacionário é uma tarefa difícil e, mesmo havendo a leitura correta, os produtores não poderão mais voltar atrás, uma vez que projetos de longo prazo (produção de bens de capital) muitas vezes já foram iniciados. Pelo lado da demanda, sendo sua relação inversa ao preço, a presença da inflação acarretará em perda do poder de compra da moeda. Assim, tem-se de um lado uma oferta estimulada e de outro uma demanda sufocada. Daí nasce o problema da superprodução que, na visão austríaca, não é causado pelo animal spirits dos capitalistas como John Maynard Keynes argumentara, e sim pela intervenção estatal nas taxas de juros, modificando a preferência intertemporal dos agentes e, consequentemente, a estrutura do capital (poupança + investimentos). Sendo o juro o preço futuro do capital, e sendo o preço a informação fornecida aos agentes, toda intervenção no sistema de preços causará distorções na interpretação sobre o nível de escassez dos recursos. Nesse caso, o nível de escassez da poupança necessária para dar suporte ao aumento dos investimentos. Esse cenário inflacionário de oferta estimulada versus demanda sufocada fará com que a produção não tenha para onde ser escoada, levando a demissões e quebradeira.”

Porém, vale destacar que um ciclo econômico, mesmo iniciado por políticas monetárias expansionistas, jamais será idêntico a outro em termos de duração e intensidade. Há ciclos mais duradouros, outros mais curtos; ciclos mais agressivos, outros mais amenos; há decisões que podem postergar um bust ou prolongar um boom; há outros fenômenos envolvidos na análise de ciclos como histerese, capacidade ociosa, produtividade do capital, nível tecnológico, etc.

Mesmo pela ótica mainstream, vemos que políticas monetárias expansionistas aquecem momentaneamente a economia. Acontece que inevitavelmente haverá um período de correção pois não é possível manter a economia aquecida ad aeternum. Em outras palavras, inevitavelmente a economia irá se desacelerar. Normalmente, quando a economia aquece demais, a inflação se acelera. Para conter essa aceleração, os Bancos Centrais costumam atuar aumentando as taxas de juros, enxugando liquidez e esperando conter a inflação, iniciando um período mais restritivo no concernente ao acesso a crédito. Isso é básico e convencionalmente aceito, seja por economistas austríacos, seja por mainstreans. 

A EVIDÊNCIA

Para não ficarmos só no exemplo teórico das cinco etapas, observando a economia brasileira, conforme o Comitê de Datação dos Ciclos Econômicos da FGV, o tempo médio de duração de um ciclo, isto é, partindo do boom ao bust, é de dois anos. Isso significa então que todos os ciclos terão essa mesma duração? Obviamente não. Aliás, se observamos o biênio 2015-2016, concluiremos que a recuperação está em ritmo consideravelmente mais lento que em outros períodos cíclicos [7].

Entretanto, é inegável que durante o governo Lula (2003-2010) o Brasil vivenciou um período de forte expansão de crédito. Conforme Monica Mora, pesquisadora do IPEA: “O crédito aumentou expressiva e continuamente durante o governo Lula, inclusive após a crise de 2008. Assim, o volume de crédito, que representava 26% do produto interno bruto (PIB), em dezembro de 2002, atingiu 45,2% do PIB, em dezembro de 2010” [8].

Essa política de estímulos do governo Lula fez até mesmo analistas da revista The Economist retratarem o Brasil como uma economia pujante, em forte ascensão. Em 2009, a mencionada revista publicou uma edição contendo em sua capa o Cristo Redentor como um foguete, tamanha euforia dos ditos especialistas [9]. Soma-se a isso a Nova Matriz Econômica do governo Dilma, com caráter profundamente desenvolvimentista e então as sementes para a recessão foram plantadas.

Portanto, sim, houve empiricamente um momento de boom na economia brasileira motivado artificialmente por injeção de crédito, conforme demonstra artigo acadêmico publicado pela ANPEC [9].

Proporcionalmente a ele, tivemos um momento de bust em 2015-2016. 

CONCLUSÃO

Quando da Matta afirma que “trabalhadores e empresários são incrivelmente estúpidos, e se deixam enganar facilmente pela política econômica do governo”, ele ignora não só o ponto de partida da teoria austríaca que ele pretende criticar, como, por exemplo, conhecimento disperso, processo de constante descoberta, ambiente de incerteza, estrutura heterogênea do capital, fatores exógenos que distorcem o sistema de preços, entre outros, mas, o que é mais fascinante, é que ele ignora até mesmo a teoria mainstream que ele se julga defensor, como assimetria de informação, heurísticas e vieses cognitivos.

E aqui Alex da Matta se encontra cercado de dois lados: 1) ele deve admitir, por exemplos práticos, como demonstramos ser o caso de economistas da envergadura de Laffer e Blanchard, que não é tão simples a empresários e consumidores preverem os ciclos mesmo quando governos adotam políticas monetárias expansionistas e isso não torna os agentes estúpidos; 2) por contribuições teóricas de economistas mainstream – inclusive recentes -, sobre comportamento, expectativas, incerteza, erros motivados por vícios e preconceitos, etc.

Todos esses fatores são inerentes à condição humana e comprometem a escolha dos agentes. E, somado às limitações naturais do ser humano, graças ao intervencionismo estatal, os erros são agravados pois sua intervenção distorce o sistema de preços e a estrutura do capital.

A nossa esperança é que cada vez mais os agentes aprendam com a experiência e passem a incorporar em suas expectativas as decisões dos Bancos Centrais, sobretudo aquelas ligadas a superestímulos, tão em voga ultimamente. Mas, para que isso ocorra, mais pessoas precisam agir diferente de Alex da Matta, e se prestarem a estudar sem preconceitos, estereótipos e espantalhos à teoria austríaca. Que as pessoas estudem economia austríaca não para parecem “inteligentinhas” em rede social, mas para salvarem suas economias privadas, poupanças domésticas e proverem a si e suas respectivas famílias.

REFERÊNCIAS:

[1] https://www.forbes.com/sites/daveserchuk/2011/12/28/great-moments-in-punditry-art-laffer-edition/?sh=74ab653f4e05

[2] https://www.nber.org/papers/w14259

[3] http://biblioteca.clacso.edu.ar/ar/libros/cuba/if/marx/documentos/22/Economic%20planning….pdf

[4] DE SOTO, Jesús Huerta. A Escola Austríaca: mercado e criatividade empresarial. 2ª ed. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, p.19, 2010.

[5] ] ROTHBARD, Murray Newton. A Grande Depressão Americana. 1ª ed. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, p.48, 2012.

[6] https://www.redalyc.org/journal/5863/586364222009/html/

[7] https://blogdoibre.fgv.br/posts/por-que-recuperacao-tem-sido-mais-lenta-de-nossa-historia

[8] http://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/3537/1/td2022.pdf

[9] https://www.anpec.org.br/sul/2020/submissao/files_I/i6-191df1d369b244c8fe2fa02ca3446626.pdf

Leonardo Candido de Oliveira

Leonardo Candido de Oliveira

Estudante de Ciências Econômicas, editor na página O Economista Austríaco e está escrevendo um livro com a finalidade de simplificar a economia para os mais leigos.

3 thoughts on “A TACE pressupõe que os agentes são estúpidos?

  • Avatar
    08/11/2021 em 01:25
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    Ótimo esclarecimento! É preciso mesmo pontuar e esclarecer cada pequena falácia que a economia “mainstream” das academias tenta lançar sobre a Ciência Econômica produzida pela E.A. Nos dias de hoje, defender as verdades auto evidentes vem se tornando quase um ato de heroísmo. Parabéns ao projeto e ao autor.

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    26/12/2021 em 02:34
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    Primeiro: atividades económicas são estáveis, mesmo que fossem não teria como ter exatidão.
    Segundo: sempre haverá variaçoes na economia, causadas pelo homem ou por ordem natural, como uma geada atrapalhar uma colheita. Por esta razão ECONOMIA É UMA CIÊNCIA HUMANA e NÃO EXATAS.
    Lei da oferta e demanda é fato. Uma dona de casa sabe disto. “Empresários e Funcionarios” são estúpidos pq se deixam enganar pela política. É com esta e várias outros absurdos o “Sr” Matta quer atacar “novamente” a TACE. Parabéns pelo texto. Perfeito. Gostaria de expor mais minha opinião, se fizer vai ficar maior que texto.
    Orgulho de vocês

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